Essa frase “eu te amo”, tem a força de uma prece tanto pra quem fala, tanto pra quem escuta sendo pronunciada com sinceridade.
Creio eu que nenhum “eu te amo” seja mais sincero que o seu, mãe. Sabe aquele momento da vida em que você está no fundo do poço, chorando, machucada e desorientada, nunca é a sua melhor amiga, nem o garoto que você gosta que lhe estende a mão, mas sim ela que te carregou nove meses dentro do ventre, aquela que sofre por ti, aquela que por mais que brigue, nunca te abandona, aquela que mata e morre pra ter seu filho são e salvo.
Mãe, me desculpe por te responder, por brigar, por ficar do lado errado sendo que era o seu lado que tinha razão.
Me desculpe por não ser aquela filha que você sonhou ter, por não ser aquela que te ajuda sempre que precisa e por ser aquela que quase nunca está presente para tentar te consolar no seu momento de dor.
Mãe, me desculpe por tudo aquilo que eu não sou, mas sei que te amo com tudo o que sou. Sabe, 13 anos vividos ao teu lado, chorando e sorrindo, brincando e brigando, sofrendo e animando me ensinaram tanta coisa... Mas acho que não foi o tempo que me ensinou, ( tenho certeza que não foi, rs) foi você. Poderia passar 1 mês, 1 dia, 1 ano, 1 hora, (ou no meu caso, 13 anos) contigo que eu sei que aprenderia o necessário para crescer e ser alguém na vida. Um alguém talvez insignificante, um alguém talvez fundamental para o mundo, ou um alguém que te ama mais que qualquer coisa, mais que qualquer um e, um alguém que tentou por meio de palavras expressar tudo o que sente por uma pessoa tão especial, por mais inútil que seja, porquê o que eu sinto por você não cabe nem em um livro de 21657875424872146579831654873541257454435643453584535 páginas.
Obrigada por existir e por ser quem você é, mãe. Eu te amo.
De sua filha, Maria Eduarda.
aaaaaaaai queee lind *-----------*
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